RESUMO:
O artigo estabelece um contraponto entre o consumir e o consumar a fim de provocar uma reflexão que se oponha à medicalização da existência. O consumir representa a continuidade de modos impessoais do contemporâneo, mergulhado na compulsão por produção e consumo. Já o consumar abre caminho para a realização de modos próprios e autênticos, permitindo um fazer com sentido. A partir de pensadores da fenomenologia existencial e de críticos da pós-modernidade, acredita-se ser possível resistir à infantilização do adulto e trabalhar em prol da liberdade do ser-aí (dasein) de nosso tempo.
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Palavras-chave: consumir; consumar; medicalização; existência; projetos com sentido; contemporâneo.
*Crédito: Imagem gerada por inteligência artificial (ChatGPT/OpenAI), sob orientação editorial, 16/8/2026.